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A importância do falhar para as crianças


Conforme as crianças vão crescendo, é natural que as intervenções diminuam.  Assim, elas poderão criar autonomia e coragem para lidar com as diversas situações na escola, na casa do amiguinho ou até mesmo no futuro trabalho.

Você já pensou que tentar criar um ambiente supercômodo para os pequenos, evitando situações mais difíceis, pode não ser tão benéfico para eles?

Os chamados “pais superprotetores”, os quais protegem os filhos excessivamente, geralmente são mais ansiosos e têm mais dificuldades em lidar com a incerteza. Portanto, sempre estão “por trás” dos filhos como uma segurança.

É extremamente natural seres humanos errarem, fracassarem, se frustrarem, sentirem medo, raiva, tristeza. Desse modo, é necessário que as crianças também sintam essas emoções, tenham tais experiências e saibam lidar com elas.

Ninguém nasce já maduro, desenvolvido e com discernimento e, por isso, errar e se decepcionar fazem parte da inserção do indivíduo no meio social. Além disso, ao se deparar com uma situação difícil, a criança irá se esforçar para conseguir resolvê-la.

Isso vai totalmente de encontro com o Método Metacognitivo “Tentativa e Erro”, do nosso Programa MenteInovadora, que, em suma, preza por tentar, errar, corrigir o erro e tentar novamente para, a partir disso, tornar-se um aprendizado.

Essa criança se transformará em um adulto mais confiante, seguro, calmo e paciente a diversas situações e circunstâncias do a dia e conseguirá tomar decisões de maneira autônoma.

O importante é estar ao lado dos filhos supervisionando e incentivando. Permitir que ajam por conta própria é uma das maiores provas de amor e respeito possível por parte dos pais ou responsáveis.

A fim de desenvolver a autonomia da criançada, separamos algumas táticas que podem ajudar nesse processo como:

Ser perseverante

Se a criança, ao contribuir com alguma tarefa doméstica ou realizar o dever de casa, cometer algum erro, deixe-a tentar novamente. Por mais que você esteja frustrado e talvez irritado, seja perseverante, pois quando a criança conseguir será uma vitória para ambos.

Paciência

Quando a criança tenta algumas vezes e não consegue, provavelmente ela irá chorar, se irritar, se cansar e até fazer birra. Mesmo assim, com paciência, dê o suporte que ela precisa e não resolva o problema para ela.

Dizer “não”

Saber não ceder a todos os pedidos dos filhos, se impondo ao que pode e não pode, é importante para que eles entendam que nem sempre as coisas são do jeito que eles querem.

Conceder algumas atividades às crianças

Permita que elas realizem tarefas, como arrumar brinquedos, trocar de roupa e arrumar a cama desenvolvendo autonomia e responsabilidade.

Ensine a resolver problemas

Não resolva o problema, apenas ensine os pequenos a lidarem com a resolução dele.

Confie na criança

Você não precisa prever e eliminar todos os riscos possíveis que rodeiam a vida de uma criança (e de qualquer se humano), pois faz parte se sujar, cair, falhar, errar, se machucar, se decepcionar…

E claro, os pais, enquanto adultos, devem saber o limite que os filhos podem chegar e o que conseguirão ou não realizar. Assim, sempre esteja ao lado deles, mas não se esqueçam que eles também podem e devem tentar, errar, sentir e aprender!

OBS: Ah! Fica a dica assistir ao filme Divertidamente, da Disney, com as crianças! Ele trata, de uma forma natural e leve, os sentimentos Alegria, Raiva, Tristeza, Medo e Nojinho. Depois deixe suas opiniões sobre o assunto nos comentários!


1 Comentário. Deixe novo

  • Esse tema é muito importante. Saber lidar com as frustrações é muito importante para o amadurecimento emocional e a construção de uma personalidade saudável, que fará com que nossas crianças sejam capazes de resolverem conflitos ao longo da vida.

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