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A importância da família na formação da identidade infantil


Um gesto, uma postura, e até um posicionamento têm grande impacto quando o assunto é formação infantil, ainda mais quando provém de figuras próximas como pais e familiares. No post de hoje, separamos algumas reflexões sobre o assunto.

A primeira infância é um período no qual os pequenos estão descobrindo o que é o mundo. É o primeiro contato com tudo e, diante da percepção ainda limitada do que é a realidade, é nos ambientes onde as crianças mais passam tempo que eles começam, de fato, a aprender.

A sala de estar, a casa da avó, o quarto dos primos, todos esses locais tornam-se suas salas de aula também. Sem o domínio da fala, e ainda com pouca inteligência racional, o comportamento torna-se a primeira fonte de entendimento na infância.  

Eles olham, absorvem e replicam tudo o que veem de maneira direta e inconsciente, sem necessariamente ter uma compreensão do pensamento elaborado. Por isso, todo tipo de linguagem corporal e comportamento acaba se transformando em referência.

É fato que, com o passar dos anos, nenhuma criança vira réplica idêntica de seus pais e outros familiares. E isso acontece justamente pela intersecção entre diferentes cenários e diversos tipos de atitude e posturas.

Nem sempre o pai vai agir como a mãe, e a mãe como a vó, por exemplo. Dessa forma, existe uma variedade de ações e condutas as quais as crianças são apresentadas e, assim, suas mentes são levadas a realizar um processo de interpretação. 

A identidade de uma criança é formada a partir da fusão ou intersecção desses diferentes cenários. São seus valores base, ou seja, os primeiros que os foram apresentados, em contraste com as experiências que vivem e com aquilo que veem, que posteriormente irão culminar na personalidade de cada um.

Tudo isso, ao se somar, se complementar e se contradizer, forma a conduta pessoal de cada um. Por isso, é necessário que desde cedo haja, por parte dos pais, o incentivo a olhar a vida pelos mais diversos ângulos.

Informar, apresentar, mostrar, permitir que as crianças se expressem, explorem e indaguem desde cedo, é fundamental para tornarem-se aptos a desenvolver o senso crítico e o discernimento para criarem suas próprias interpretações do que é o mundo!

Afinal, o desenvolvimento é um processo constante e as crianças, enquanto seres humanos, estão em contínua adaptação, sujeitas a passar por todo tipo de experiência e, nesse processo, ter uma base que incentive a abraçar a vastidão de cenários é essencial.

A evolução da ciência e das pesquisas não deixa mais dúvidas: inteligência emocional não é algo com que nascemos. Ela pode ser aprendida e deve ser desenvolvida ao longo de toda a vida.

Quem discorda que dessa forma criamos seres humanos mais tolerantes, respeitosos e compreensivos, não é mesmo? Compartilhe sua opinião nos comentários.


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