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8 dicas para manter a calma


8 dicas para manter a calma. E como as habilidades socioemocionais ajudam a desenvolver a relação com seu filho ou filha.

Sabe aquele dia em você vê tudo dando errado e sente que não há nada mais que possa fazer para manter a calma ou para convencer seu filho ou filha a fazer o que você precisa o quer que ele ou ela faça? Aquela hora em que você sabe que vai perder a compostura?

Pois é, todo pai e mãe sabe que momentos como esses existem. E, infelizmente, muitas vezes são mais comuns do que a gente gostaria.

Quando a tormenta passa, ficamos sem saber o que foi pior: a situação que gerou o descontrole, ou a forma como descompensamos com nossos filhos. Afinal, eles são apenas crianças e não têm culpa de nada.

A boa notícia é que as habilidades socioemocionais podem ser grandes aliadas nessa hora. Afinal, o que está em jogo nessas situações, geralmente, são:
  • Nosso autoconhecimento
  • Nossa capacidade de autoregulação.
  • Nossa habilidade de lidar com frustrações.
  • O entendimento das nossas próprias emoções.
  • A capacidade de analisar o problema e de encontrar soluções.

Se formos capazes de desenvolver essas habilidades, maiores serão as chances de evitar o grito. Um bom começo é manter a positividade em alta.

Veja a seguir 7 dicas que ativam habilidades socioemocionais para ajudar pais e mães na hora do desespero:

1. Ninguém conquista o coração dos filhos(as) pela força

Sim, pais e mães são os adultos da relação e, como são maiores, têm o poder de impor muitas coisas a seus filhos. Mas o que estamos falando aqui é das habilidades de empatia e compaixão, que são essenciais para que seu filho ou filha entenda que você está ao lado dele ou dela, que vocês realmente são unidos e para que ele, ou ela, se lembre de você como uma pessoa gentil e carinhosa. Essa é a única forma de conquistar verdadeiramente o coração de seu filho ou filha.

2. Ele, ou ela, é só uma criança!

Você já parou para se dar conta da quantidade de vezes que perdemos a calma apenas porque nossos filhos estão sendo o que deveriam ser, ou seja, crianças? Desenvolver a habilidade de análise da situação para entender o momento em que ele ou ela não quer parar uma brincadeira para tomar banho, ou está fazendo uma birra porque não quer sopa no jantar é essencial para ajudar pais e mães a também rir da situação e conquistar a calma.

3. A relação com seu filho(a) é sua maior prioridade

Aqui nós estamos falando da habilidade nos conectarmos com o outro – nesse caso, nossos filhos e filhas. Crianças que se comportam mal, de maneira geral, são aquelas que se sentem desconectadas de seus pais e mães. Procure mudar o seu foco para entender o seu filho(a) e se relacionar verdadeiramente com ele(a), e constate a mudança de comportamento que acontecerá a partir daí.

4. Você só controla a si próprio

Parece tão óbvio, não é mesmo? Mas como adultos, muitas vezes, achamos que somos capazes de controlar tudo. Inclusive nossos filhos. Não funciona dessa forma. Desenvolvendo o autoconhecimento, entendemos que não temos o poder de controlar o xilique do nosso filho ou filha, mas podemos, sim, manter o autocontrole para não nos unirmos a ele ou ela no ataque de birra.

5. Você é a pessoa que traz a calma para a relação

Uma criança leva tempo para conquistar a habilidade de autoregulação. Então, no meio de uma tempestade, você é a única pessoa com autoregulação suficiente para acalmar a situação.

6. Nem tudo é uma emergência

Ele ou ela está enrolando para se aprontar e vai chegar novamente com atraso na aula de inglês? Ok, isso não é um problema tão grande para arruinar o seu dia. A menos que alguém esteja correndo perigo, você não está diante de uma emergência que lhe permita surtar. Acione a habilidade de planejamento para antecipar a saída de casa e evitar os atrasos.

7. Todos os sentimentos são permitidos

É parte do desenvolvimento socioemocional das crianças praticar diferentes formas de lidar com sentimentos negativos. Quando consegue manter a calma, você o ensina que é natural viver esses sentimentos e que é possível lidar com eles de forma positiva, sem a necessidade de um escândalo.

8. Está tudo bem. Vamos em frente

Aprenda a entender as próprias emoções para eliminar ressentimentos e frustrações depois que a tempestade acalmou. Crianças só podem se comportar bem se sentem bem. Aprenda a perdoar e a recomeçar para pacificar a relação com seu filho e não fique trazendo de volta antigas birras e desentendimentos a cada nova crise.

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