fbpx

Quando eu vou ver a vovó de novo?


Quem já não ouviu “Quando eu vou ver a vovó de novo?” pelo menos uma vez nos últimos três meses? Confira 5 dicas para aproximar avós e netos sem colocar ninguém em risco

Desde que surgiu na China, o Coronavírus marcou os idosos entre seus alvos preferenciais. Por conta disso, a Covid-19 se tornou uma doença de alto risco para as pessoas com mais de 60 anos, grupo em que estão incluídos os responsáveis por desempenhar um dos papéis mais importantes na construção social das crianças: os avós.

Após três meses de distanciamento físico, com a saudade em alta entre netos e avós, como administrar essa situação? Seria o caso de romper o isolamento para uma visita? Cada família avalia sua situação, mas a verdade é que todo cuidado é pouco quando se trata de preservar aqueles a quem mais amamos. Por isso, o ideal é esperar um pouco mais antes de retomar as reuniões familiares.

Como lidar, então, com pergunta que todos já ouvimos algumas vezes nessa quarentena: Quando eu vou ver a vovó de novo? Hoje trazemos 5 dicas para tornar a separação menos dolorosa, tanto para avós quanto para os netos.

Lembre-se deles

Os idosos precisam se proteger da Covid-19 e, por enquanto, o isolamento é a ferramenta mais eficiente. Esquecê-los guardados, porém, pode mantê-los a salvo do vírus, mas não do estresse emocional dessa separação, que fatalmente será maior quanto mais avançada for a idade. Reserve algum momento para entrar em contato com eles, de preferência, diariamente.

Fale sobre eles com seus filhos

Pode ser durante uma atividade banal, como a de preparar um bolo ou um prato cuja receita seja a especialidade da vovó ou do vovô. Lembre-se de comentar com as crianças que ela ou ele faziam aquela receita quando você era criança. Se possível, conte uma história vivida por você e seu pai ou sua mãe na sua infância, relacionada àquela receita. As crianças vão adorar saber sobre como era a sua infância e essa simples história contribui para manter acesa a presença dos avós.

Use a tecnologia

As “lives” pelos aplicativos de relacionamento são importantes para que os avós e os netos possam se ver. Dependendo da idade, as crianças podem ficar tímidas na frente da tela, então oriente os avós a fazerem perguntas sobre as brincadeiras deles, sobre como estão as aulas remotas, ou a contarem algo sobre o animalzinho de estimação, caso tenha algum, ou sobre a rotina deles. Não precisa ser um bate-papo longo, o importante é que eles possam se ver.

Envie pequenos presentes

Que tal preparar uma geleia, ou um bolo, com seu filho, e enviar para os avós com um bilhetinho amoroso? A presença física não é a única forma de demonstrar afeto. Você também pode sugerir que eles troquem fotos, desenhos e bilhetes e pode montar um mural em casa com as fotos e cartinhas enviadas pela vovó ou pelo vovô. Sugira aos avós que façam o mesmo na casa deles. O “mural da quarentena” é uma forma de manter o vínculo entre eles.

Mude a pauta das conversas

Evite focar no lado triste da pandemia, ou na saudade que só cresce. Deixe os números de mortos e de contaminados para o noticiário. Enquanto estiverem em contato, aproveitem para conversar sobre coisas positivas e para fazer planos para o futuro, como almoços de família, um passeio ou uma viagem que todos farão juntos, quando tudo isso terminar.


4 Comentários. Deixe novo

  • Daniela Broio
    julho 3, 2020 16:36

    Tema pertinente ao momento, as crianças e avós sentindo muita saudade um do outro.

    Responder
  • Maria Eleni Teles Silva
    julho 7, 2020 18:27

    Nesse momento de distanciamento, principalmente as crianças pequenas sentem muito a falta dos avós, e parentes que estão no grupo de risco, e muitas vezes não entendem que esta é a única forma de preservar suas vidas.

    Responder
  • Suely da Rosa Garcia Vieira
    julho 21, 2020 14:08

    É um momento delicado essa relação com os avós. Os avós são um bálsamos para as crianças. Mas tem a possibilidade de falar via wats, vídeos, etc..

    Responder
  • Maria José De Oliveira Vaz
    julho 23, 2020 00:14

    Tema bem real e difícil para a compreensão das crianças pequenas,mesmo com toda a tecnologia.

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Preencha esse campo
Preencha esse campo
Digite um endereço de e-mail válido.

Menu