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Responsabilidade é coisa séria!


Responsabilidade é coisa séria! Um dos grandes desafios na tarefa de educar filhos é ajudá-los a desenvolver o senso de responsabilidade. Claro que a escola dá uma grande contribuição nesse sentido. Mas nós, como pais, mães e responsáveis, temos um papel fundamental a desempenhar. Afinal, responsabilidade é coisa séria! E seria uma atitude um tanto irresponsável (logo, um péssimo exemplo) tentarmos simplesmente transferir essa questão para a escola, esperando que os professores lidem sozinhos com esse desenvolvimento, certo?

O que seu filho ganha desenvolvendo a responsabilidade?

Como dissemos, responsabilidade é coisa séria! Ao trabalhar essa habilidade desde cedo, você estimula a independência e aprimora as habilidades socioemocionais do seu filho, que será capaz de assumir compromissos e honrá-los levando em consideração não apenas a própria realização pessoal, mas também o mundo e as pessoas que o cercam.

Que tal conferir nossa live sobre consciência ambiental e aprender a fazer uma composteira doméstica?

Como fazer isso? Confira algumas dicas que separamos para você:

Ações têm consequências

Esse é um aprendizado que pode ser doloroso, tanto para a criança quanto para pais, mães e responsáveis que tentam evitar que seus filhos sofram na vida. A verdade, porém, é que ninguém aprende a ser responsável sem entender que aquilo que faz tem consequências e que o sujeito da ação deve se responsabilizar por elas. Sejam essas consequências positivas ou negativas. Converse com seu filho sobre essa relação de forma franca e ensine-o a avaliar todos os aspectos envolvidos antes de tomar uma atitude. Dessa forma, você vai acionar o desenvolvimento não apenas do senso de responsabilidade, mas também de habilidades socioemocionais como empatia, altruísmo, ética e resiliência.

Elogie as boas atitudes

Pontuar os erros e suas consequências negativas é necessário. Mas elogiar os acertos e as consequências positivas também ensina as crianças a lidar com a responsabilidade de uma maneira mais equilibrada. Sempre que você percebe que seu filho teve a iniciativa de assumir responsabilidades para atuar de uma maneira positiva na solução de um problema, mostre a ele que você notou e valoriza a atitude dele.

Atribua tarefas ao seu filho

As tarefas devem ser adequadas à idade, claro. Mas é importante que as crianças aprendam, desde cedo, a ter responsabilidades, por mais simples que sejam. Ainda antes dos 3 anos, por exemplo, eles já podem colaborar na arrumação da bagunça e dos brinquedos depois que terminam a brincadeira. Combata em você a visão de que seu filho é novo demais para isso. Cuide para que essa visão não se transforme em uma crença que vai impedi-lo, no futuro, de atribuir responsabilidades aos seus filhos por acreditar que eles nunca estarão prontos para assumi-las.

Ensine antes de cobrar

Quando atribuir uma tarefa, ensine à criança o que espera que seja feito, para que ela possa compreender e enxergue sentido no trabalho. Seu filho pode arrumar a cama todos os dias, por exemplo, só porque você determinou. Ou pode entender que essa tarefa colabora na organização da casa como um todo e mantém os lençóis em que ele dorme protegidos da poeira que pode causar alergias respiratórias, por exemplo. No segundo caso, ele vai se preocupar em fazer a cama não como uma obrigação, mas como uma tarefa que é boa para a saúde dele.

Seja paciente

Crianças pequenas, obviamente, não serão capazes de executar uma tarefa da mesma maneira que você e com a mesma velocidade. Controle o impulso de terminar a tarefa para acelerar o processo, ou de refazer o que você pediu a ela porque não saiu da maneira que você esperava. Esse tipo de atitude vai desestimular seu filho a realizar novas tarefas no futuro. Da mesma forma, cobranças exageradas quanto ao desempenho vão levá-la a tentar fugir de responsabilidades no futuro. Portanto, seja tolerante. E ser precisar repassar a esponja no prato que não ficou tão limpo assim, deixe para fazer isso depois que seu filho tiver saído da cozinha.


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