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O que esperar do seu filho aos 17 anos!


O que esperar do seu filho aos 17 anos! Hoje nossa série chega ao final. E agora, é para valer!

Chegamos ao post com orientações sobre o que esperar do seu filho ou da sua filha aos 17 anos:

Consolidação da autonomia

Pode ser difícil para pais e mães, mas chegou o momento da sua “criança” se descolar das suas asas. A autonomia, que você ajudou a construir aos poucos desde cedo, precisa agora se tornar mais sólida. Você, portanto, deixará de ser a grande referência em termos de proteção, porque seu filho ou filha precisa sentir, na prática, as consequências das escolhas que faz e de que forma elas atingem outras pessoas e o ambiente em que vive.

A fase de experimentar

O desenvolvimento biológico, com milhares de novas conexões cerebrais e a multiplicação de células-espelho, destrava uma necessidade intensa de experimentar novas situações e conhecer melhor outras pessoas. Surge então um imenso apetite por experiências que tragam prazer intenso, incluindo as aproximações sexuais. Eventualmente, essa fase vem associada à impulsividade, que também preocupa e exige atenção dos pais.

Novas verdades

Nesta fase os jovens passam por uma revisão das verdades pessoais, que eventualmente podem ser reformuladas a partir da maior interação social, do convívio interpessoal e da grande capacidade de adquirir conhecimento. A visão de mundo dele ou dela está em transformação e certamente vai se ampliar muito além das influências familiares.

O tédio nosso de cada dia

Sim, essa é uma característica muito marcante nesse momento da vida. De repente, sem causa aparente, eles perdem a vontade, não se interessam por nada, vivem desmotivados. Existe uma explicação científica para isso: nessa fase do crescimento, os jovens perdem receptores de dopamina, o neurotransmissor relacionado ao prazer e à satisfação. Com o tempo, isso se reequilibra, mas o contraste dessa apatia com a necessidade de experimentação pode causar muita insegurança no seu filho ou filha, por não entender seus sentimentos.

Como lidar com tudo isso?

Seja um pai ou uma mãe presente

Sim, eles estão no processo de se descolar da sua proteção, mas isso não significa que você deve abandoná-los. Pais omissos ou negligentes expõem os filhos a riscos desnecessários. Ser presente, a partir de agora, não significa resolver os problemas para eles, mas sim auxiliá-los na reflexão e na tomada de decisões. Diante de situações, em vez de respostas, ofereça perguntas: “Como você pretende lidar com isso? Há uma solução melhor para esse caso? O que está em jogo se você for pelo caminho A, B ou C?”.

Presente sim, mas não autoritário

Esse é outro erro comum. Você viveu mais, sabe todas as respostas, portanto impõem a sua visão de mundo e força decisões. Esse cenário pode gerar conflitos que afastarão seu filho ou filha, ou causarão um desvio na conquista da autonomia, gerando jovens inseguros, que se sentem incapazes de enfrentar desafios. O seu papel, a partir de agora, é parecido com o do instrutor da escola de formação de condutores. Ele está ali ao lado, pode até pisar no freio para evitar um acidente, mas a função principal dele é dar segurança e ensinar o jovem a conduzir o carro sozinho.

Incentive os bons hábitos

Como é uma fase rica em termos de criação de hábitos, esteja por perto para incentivar as boas práticas em seus filhos. Terminar o que foi iniciado, por exemplo, é um bom caminho também para dialogar com a apatia trazida pelo tédio dessa fase. Mas não force a mão nesse ponto. Respeite a necessidade de espaço. Você só deve se preocupar com a desvitalização se ela se tornar excessiva a ponto de o seu filho ou filha passar a perder aulas e encontros com amigos, por exemplo, por conta do tédio. Nesse caso, pode ser necessário recorrer à ajuda de um psicólogo.

Amor, afeto e respeito

Uma família próxima, aberta a ouvir e a dialogar, é o melhor caminho para atravessar esse período da vida. Converse abertamente sobre todos os temas, mesmo os mais delicados, e não tenha medo de reconhecer quando for necessário pesquisar mais sobre um assunto. Fale sobre o sexo e todas as consequências relacionadas a ele sem medo de ser taxado de chato ou careta. Tudo bem, esse é o nosso papel como pais, mães e responsáveis. Saber que tem uma família que o ama e com quem ele pode contar faz o jovem desenvolver a autoconfiança e a autodeterminação diante dos desafios.

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Se você tem crianças em outras faixas etárias, não deixe de conferir e indicar a amigos os outros posts da série sobre o que esperar do seu filho aos 4 anos, aos 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15 e 16 anos.


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